quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Doce Lembrança
A verdade é que eu sinto falta. Das brincadeiras, conversas... e pessoas. É que naquele tempo tudo era mais colorido e aparentava ser mais feliz. Indescritível a sensação de acordar às seis da manhã e correr para o sofá ao esperar o começo daquele desenho animado o qual eu considerava o favorito ou chegar da escola num fim de tarde e correr para a rua antes mesmo de tirar o uniforme só para rever os amigos.
Dizem que ainda crianças não temos uma ideia fixa do que realmente gostamos, afinal, essa é uma época caracterizada por mudanças. Mas eu defendo com unhas e dentes a teoria de que quem disse isso devia ser algum doido que não sabia discernir o que gostava do que achava ruim. Afinal, mesmo bem novo eu já tinha em mente muitas das coisas que eu realizei e realizo hoje.
Desde pequeno sempre andei com lápis e papel comigo, antes mesmo de aprender a ler e escrever. Foi logo após conhecer aquele mundo de letras, palavras e emoções que eu me encantei por tudo aquilo. Guardo comigo até hoje alguns pseudo-livros que escrevia quando criança e me sinto feliz em ver como meu estilo de escrita mudou desde aquele tempo.
Porque quando somos crianças tudo é tão diferente. Embora não entendamos o amor, o presenciamos com mais frequência através dos abraços e apertos de mão sinceros. Toda e qualquer experiência se torna importante, uma vez que são através delas que aprenderemos a crescer. E o mais importante, andamos acompanhados de uma alegria diferente, aquela que só quem aproveitou realmente essa fase conhece.
A verdade é que eu sinto falta. Das brincadeiras, conversas... e pessoas. É que naquele tempo tudo era mais colorido e aparentava ser mais feliz. Indescritível a sensação de acordar às seis da manhã e correr para o sofá ao esperar o começo daquele desenho animado o qual eu considerava o favorito ou chegar da escola num fim de tarde e correr para a rua antes mesmo de tirar o uniforme só para rever os amigos.
Dizem que ainda crianças não temos uma ideia fixa do que realmente gostamos, afinal, essa é uma época caracterizada por mudanças. Mas eu defendo com unhas e dentes a teoria de que quem disse isso devia ser algum doido que não sabia discernir o que gostava do que achava ruim. Afinal, mesmo bem novo eu já tinha em mente muitas das coisas que eu realizei e realizo hoje.
Desde pequeno sempre andei com lápis e papel comigo, antes mesmo de aprender a ler e escrever. Foi logo após conhecer aquele mundo de letras, palavras e emoções que eu me encantei por tudo aquilo. Guardo comigo até hoje alguns pseudo-livros que escrevia quando criança e me sinto feliz em ver como meu estilo de escrita mudou desde aquele tempo.
Porque quando somos crianças tudo é tão diferente. Embora não entendamos o amor, o presenciamos com mais frequência através dos abraços e apertos de mão sinceros. Toda e qualquer experiência se torna importante, uma vez que são através delas que aprenderemos a crescer. E o mais importante, andamos acompanhados de uma alegria diferente, aquela que só quem aproveitou realmente essa fase conhece. A verdade é que eu sinto falta. Das brincadeiras, conversas... e pessoas. É que naquele tempo tudo era mais colorido e aparentava ser mais feliz. Indescritível a sensação de acordar às seis da manhã e correr para o sofá ao esperar o começo daquele desenho animado o qual eu considerava o favorito ou chegar da escola num fim de tarde e correr para a rua antes mesmo de tirar o uniforme só para rever os amigos.
Dizem que ainda crianças não temos uma ideia fixa do que realmente gostamos, afinal, essa é uma época caracterizada por mudanças. Mas eu defendo com unhas e dentes a teoria de que quem disse isso devia ser algum doido que não sabia discernir o que gostava do que achava ruim. Afinal, mesmo bem novo eu já tinha em mente muitas das coisas que eu realizei e realizo hoje.
Desde pequeno sempre andei com lápis e papel comigo, antes mesmo de aprender a ler e escrever. Foi logo após conhecer aquele mundo de letras, palavras e emoções que eu me encantei por tudo aquilo. Guardo comigo até hoje alguns pseudo-livros que escrevia quando criança e me sinto feliz em ver como meu estilo de escrita mudou desde aquele tempo.
Porque quando somos crianças tudo é tão diferente. Embora não entendamos o amor, o presenciamos com mais frequência através dos abraços e apertos de mão sinceros. Toda e qualquer experiência se torna importante, uma vez que são através delas que aprenderemos a crescer. E o mais importante, andamos acompanhados de uma alegria diferente, aquela que só quem aproveitou realmente essa fase conhece.
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